quarta-feira, 22 de outubro de 2014

a falta de Àgua no Brasil

agora:



 Água doce e limpa: de "dádiva" à raridade*

Estudiosos prevêem que em breve a água será causa principal de conflitos entre nações. Há sinais dessa tensão em áreas do planeta como Oriente Médio e África. Mas também os brasileiros, que sempre se consideraram dotados de fontes inesgotáveis, vêem algumas de suas cidades sofrerem falta de água. A distribuição desigual é causa maior de problemas. Entre os países, o Brasil é privilegiado com 12% da água doce superficial no mundo.
Outro foco de dificuldades é a distância entre fontes e centros consumidores. É o caso da Califórnia (EUA), que depende para abastecimento até de neve derretida no distante Colorado. E também é o caso da cidade de São Paulo, que, embora nascida na confluência de vários rios, viu a poluição tornar imprestáveis para consumo as fontes próximas e tem de captar água de bacias distantes, alterando cursos de rios e a distribuição natural da água na região. Na última década, a quantidade de água distribuída aos brasileiros cresceu 30%, mas quase dobrou a proporção de água sem tratamento (de 3,9% para 7,2%) e o desperdício ainda assusta: 45% de toda a água ofertada pelos sistemas públicos.
Disponibilidade e distribuição
Embora o Brasil seja o primeiro país em disponibilidade hídrica em rios do mundo, a poluição e o uso inadequado comprometem esse recurso em várias regiões do País.
O Brasil concentra em torno de 12% da água doce do mundo disponível em rios e abriga o maior rio em extensão e volume do Planeta, o Amazonas. Além disso, mais de 90% do território brasileiro recebe chuvas abundantes durante o ano e as condições climáticas e geológicas propiciam a formação de uma extensa e densa rede de rios, com exceção do Semi-Árido, onde os rios são pobres e temporários. Essa água, no entanto, é distribuída de forma irregular, apesar da abundância em termos gerais. A Amazônia, onde estão as mais baixas concentrações populacionais, possui 78% da água superficial. Enquanto isso, no Sudeste, essa relação se inverte: a maior concentração populacional do País tem disponível 6% do total da água.
Mesmo na área de incidência do Semi-Árido (10% do território brasileiro; quase metade dos estados do Nordeste), não existe uma região homogênea. Há diversos pontos onde a água é permanente, indicando que existem opções para solucionar problemas socioambientais atribuídos à seca.
Qualidade comprometida
A água limpa está cada vez mais rara na Zona Costeira e a água de beber cada vez mais cara. Essa situação resulta da forma como a água disponível vem sendo usada: com desperdício - que chega entre 50% e 70% nas cidades -, e sem muitos cuidados com a qualidade. Assim, parte da água no Brasil já perdeu a característica de recurso natural renovável (principalmente nas áreas densamente povoadas), em razão de processos de urbanização, industrialização e produção agrícola, que são incentivados, mas pouco estruturados em termos de preservação ambiental e da água.
Nas cidades, os problemas de abastecimento estão diretamente relacionados ao crescimento da demanda, ao desperdício e à urbanização descontrolada – que atinge regiões de mananciais. Na zona rural, os recursos hídricos também são explorados de forma irregular, além de parte da vegetação protetora da bacia (mata ciliar) ser destruída para a realização de atividades como agricultura e pecuária. Não raramente, os agrotóxicos e dejetos utilizados nessas atividades também acabam por poluir a água. A baixa eficiência das empresas de abastecimento se associa ao quadro de poluição: as perdas na rede de distribuição por roubos e vazamentos atingem entre 40% e 60%, além de 64% das empresas não coletarem o esgoto gerado. O saneamento básico não é implementado de forma adequada, já que 90% dos esgotos domésticos e 70% dos afluentes industriais são jogados sem tratamento nos rios, açudes e águas litorâneas, o que tem gerado um nível de degradação nunca imaginado.
Alternativas
A água disponível no território brasileiro é suficiente para as necessidades do País, apesar da degradação. Seria necessário, então, mais consciência por parte da população no uso da água e, por parte do governo, um maior cuidado com a questão do saneamento e abastecimento. Por exemplo, 90% das atividades modernas poderiam ser realizadas com água de reuso. Além de diminuir a pressão sobre a demanda, o custo dessa água é pelo menos 50% menor do que o preço da água fornecida pelas companhias de saneamento, porque não precisa passar por tratamento. Apesar de não ser própria para consumo humano, poderia ser usada, entre outras atividades, nas indústrias, na lavagem de áreas públicas e nas descargas sanitárias de condomínios. Além disso, as novas construções – casas, prédios, complexos industriais – poderiam incorporar sistemas de aproveitamento da água da chuva, para os usos gerais que não o consumo humano.
Após a Rio-92, especialistas observaram que as diretrizes e propostas para a preservação da água não avançaram muito e redigiram a Carta das águas doces no Brasil. Entre os tópicos abordados, ressaltam a importância de reverter o quadro de poluição, planejar o uso de forma sustentável com base na Agenda 21 e investir na capacitação técnica em recursos hídricos, saneamento e meio ambiente, além de viabilizar tecnologias apropriadas para as particularidades de cada região.
A água no mundo
A quantidade de água doce no mundo estocada em rios e lagos, pronta para o consumo, é suficiente para atender de 6 a 7 vezes o mínimo anual que cada habitante do Planeta precisa. Apesar de parecer abundante, esse recurso é escasso: representa apenas 0,3% do total de água no Planeta. O restante dos 2,5% de água doce está nos lençóis freáticos e aqüíferos, nas calotas polares, geleiras, neve permanente e outros reservatórios, como pântanos, por exemplo.
Se em termos globais a água doce é suficiente para todos, sua distribução é irregular no território. Os fluxos estão concentrados nas regiões intertropicais, que possuem 50% do escoamento das águas. Nas zonas temperadas, estão 48%, e nas zonas áridas e semi-áridas, apenas 2%. Além disso, as demandas de uso também são diferentes, sendo maiores nos países desenvolvidos.
O cenário de escassez se deve não apenas à irregularidade na distribuição da água e ao aumento das demandas - o que muitas vezes pode gerar conflitos de uso – mas também ao fato de que, nos últimos 50 anos, a degradação da qualidade da água aumentou em níveis alarmantes. Atualmente, grandes centros urbanos, industriais e áreas de desenvolvimento agrícola com grande uso de adubos químicos e agrotóxicos já enfrentam a falta de qualidade da água, o que pode gerar graves problemas de saúde pública.

conserva de alimentos

Técnicas de conservação de alimentos
Existem várias técnicas de conservação de alimentos para que eles não se estraguem, não percam o seu valor nutritivo, nem sofram nenhum tipo de alteração. As principais são: fervuraresfriamento/congelamento e desidratação.
Fervura
Os alimentos cozidos se conservam por mais tempo que os crus, pois a fervura mata os microrganismos contidos no alimento.  A conservação pelo calor elevado é muito utilizada pelas indústrias, por exemplo, apasteurização.

Resfriamento e congelamento
Para resfriar os alimentos normalmente é utilizado o refrigerador ou a geladeira, onde os alimentos são submetidos à baixas temperaturas, porém superior a 0 ºC. Esse processo conserva-os por poucos dias, variando o prazo de um alimento para o outro.
O congelamento ocorre em temperatura abaixo de 0 ºC. No congelador ou freezer, os alimentos são submetidos, comumente, entre -10 ºC e -30 ºC. Os congelados, em virtude da diferença de temperatura, se conservam por mais tempo que os alimentos apenas resfriados.
As baixas temperaturas apresentam condições ambientais desfavoráveis. Isso dificulta o desenvolvimento dos microorganismos responsáveis pela decomposição, ou seja, pelo apodrecimento dos alimentos.

Processos tradicionais de desidratação
Apesar de haver atualmente tecnologias avançadas empregadas para conservação dos alimentos, citaremos alguns processos tradicionais que podem tanto ser realizados em grande escala industrial, quanto em pequenas produções artesanais. São eles: defumação, salgamento e isolamento.
defumação é, comumente, utilizada na conservação de peixes, carnes e lingüiças. Nesse processo seca-se o alimento usando fumaça.
salgamento é a forma mais simples de conservar carnes de boi, porco e peixe. Uma alternativa é salgá-la e colocá-la para secar ao sol. O bacalhau e a carne-seca ou charque, muito conhecidos na nossa culinária, são conservados desse modo.
O isolamento é outra forma de conservar os alimentos. Essa técnica consiste em manter os alimentos na embalagem a vácuo, de onde se retira o ar. Isso contribui para a conservação dos alimentos por um longo tempo, pois os microorganismos não sobrevivem à falta de oxigênio, que é necessário à vida de muitos deles.
Os frascos hermeticamente fechados também ajudam na conservação da comida.

Aditivos e outras técnicas de conservação
Na indústria alimentícia, ainda é muito comum o uso de aditivos, que são substâncias adicionadas aos alimentos para conservar, adoçar, realçar o sabor, a cor e o aroma.
Os corantes, por exemplo, são muito utilizados em doces e refrigerantes.

animas em extinção



























por que eles e por que existe a extinção 




Lista de animais em risco de extinção no Brasil

O Brasil é considerado um dos países mais ricos em biodiversidade. Contudo, existem animais presentes nas regiões brasileiras que podem ser extintos em poucas décadas. Segue abaixo a lista de alguns dos animais em extinção no Brasil:

Ararajuba

Animais em Extinção no Brasil
Também conhecida como Guaruba, essa ave verde e amarela, existe somente na Amazônia e vem sofrendo com o tráfico e o desmatamento do bioma. (Espécie vulnerável)

Arara-azul

Animais em Extinção no Brasil
Encontrada no norte do país, essa ave enfrenta problemas como o tráfico de animais, caça ilegal, desmatamento de seu habitat. Suas penas possuem grande valor no mercado internacional. (Espécie vulnerável)

Ariranha

Animais em Extinção no Brasil
Encontrada no Pantanal e na Amazônia, a ariranha, também conhecida como lobo do rio ou lontra gigante, vem sofrendo com a pesca predatória, caça ilegal e a poluição dos rios, principalmente, contaminação por mercúrio. (Espécie vulnerável)

Baleia-franca-do-sul

Animais em Extinção no Brasil
Também conhecida como baleia-franca-austral, essa baleia, encontrada no litoral brasileiro, vem sofrendo com a caça, pesca, bem como a poluição das águas. Na época de ter os filhotes, as mães buscam águas mais quentes e rasas para darem à luz. (Espécie em perigo)

Cervo-do-Pantanal

Animais em Extinção no Brasil
Considerado o maior cervídeo da América da Sul, esse animal além de ser encontrado no Pantanal, sua espécie vive também nos biomas da Amazônia e do Cerrado. O desmatamento e a caça ilegal são alguns dos problemas enfrentados pela espécie. (Espécie vulnerável)

Gato-maracajá

Animais em Extinção no Brasil
Esse gato das florestas sofreu durante décadas com a caça para a venda de sua pele. Atualmente, o desmatamento é o maior problema enfrentado pela espécies uma vez que causou a destruição de seu habitat natural. (Espécie vulnerável)

Lobo-guará

Animais em Extinção no Brasil
Encontrado no Cerrado, no Pantanal e nos Pampas, esse animal é considerado o maior mamífero canídeo nativo da América do Sul. A espécie enfrenta grandes problemas devido ao desmatamento de seu habitat. (Espécie vulnerável)

Macaco-aranha

Animais em Extinção no Brasil
Encontrado nos estados do Mato-Grosso e do Pará, esse macaco enfrenta problemas como o desmatamento de seu habitat, caça ilegal e o tráfico de animais. (Espécie em perigo)

Mico-leão-dourado

Animais em Extinção no Brasil
Seu habitat é a Mata Atlântica, contudo o mico-leão-dourado sofreu durante décadas com o desmatamento e o tráfico de animais, o que resultou na diminuição, quase total da espécie. Atualmente, devido aos projetos de reprodução em cativeiro, existem aproximadamente 1000 animais na floresta. (Espécie em perigo)

Muriqui-do-norte

Considerado o maior primata das Américas, esse animal é encontrado somente na Mata Atlântica e sofre com o desmatamento da região e a caça esportiva. (Espécie criticamente ameaçada de extinção)

Onça Pintada

Animais em Extinção no Brasil
Considerado o maior felino das Américas, esse animal vive na região do Pantanal e sofre com a caça dos fazendeiros que os matam para proteger seus rebanhos. Além disso, a pele da onça tem grande valor no mercado mundial. (Espécie vulnerável)

Saíra-militar

Encontrada na Mata atlântica e na Caatinga, essa ave possui cores fortes e o grande problema enfrentado é o desmatamento das regiões e o tráfico de espécies. (Espécie em perigo na caatinga e vulnerável na Mata Atlântica)

Soldadinho-do-araripe

Ave que vive na caatinga e sofre com o problema do desmatamento da região provocado, em sua maior parte, pela criação de gado, monoculturas e o crescimento desordenado das cidades. (Espécie criticamente ameaçada de extinção)

Tamanduá-bandeira

Animais em Extinção no Brasil
Encontrado nos biomas da Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal, esse animal vem sofrendo com o desmatamento e as queimadas das regiões destinadas às plantações ou criação de gado. (Espécie vulnerável)

Tartaruga-de-couro

Animais em Extinção no Brasil
Muita afetada pela pesca ilegal, essa tartaruga é considerada a maior espécie de tartaruga marinha do mundo. Além disso, em alguns países o consumo da carne e do óleo desse animal é legalizado, o que acarreta ainda mais os problemas de sua extinção. (Espécie criticamente ameaçada de extinção)

Tartaruga-oliva

Animais em Extinção no Brasil
Essa tartaruga desova no litoral brasileiro, porém vem enfrentando muitos problemas como a caça ilegal, pesca acidental e a poluição das águas. (Espécie em perigo)

Uacari-branco

Animais em Extinção no Brasil
Esse macaco é encontrado na Amazônia e sua principal característica física é sua cara vermelha. O principal problema enfrentado pela espécie é a caça ilegal e o desmatamento da região. (Espécie vulnerável)

Udu-de-coroa-azul

Animais em Extinção no Brasil
Encontrada nos biomas da Amazônia, Pantanal e Mata atlântica, essa ave multicolorida vem enfrentando problemas com a perda de seu habitat por causa do desmatamentos das regiões. (Espécie em perigo na Mata Atlântica)
Estes são apenas os animais ameaçados no Brasil, existem animais em risco de extinção no mundo todo.

Principais causas da extinção de espécies no Brasil

Muitas são as causas do desaparecimento das espécies, por exemplo, o tráfico de animais, o desmatamento, as queimadas, a caça predatória, a poluição, dentre outros.
No Brasil, segundo o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), o número de espécies de animais que correm o risco de extinção são de aproximadamente 650, incluindo os animais terrestres e aquáticos; sem mencionar aqueles que já foram extintos, por exemplo, arara-azul-pequena e o minhocuçu.
Além disso, segundo estudos, o Brasil lidera o ranking de espécies de aves em extinção sendo a Indonésia o segundo país. Para isso, a "União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais" (IUCN), criou em 1963 um inventário com o intuito de sistematizar o estado de conservação das espécies biológicas ameaçadas, de animais, plantas, fungos e protistas.
Dessa maneira, a "Lista Vermelha da IUCN" (IUCNRedList), como é conhecida, divide-se em três grandes categorias compostas de subcategorias:
  • Extinto: extinto e extinto da natureza
  • Ameaçada: criticamente em perigo, em perigo, vulnerável
  • Baixo risco: dependente de conservação, quase ameaçada, pouco preocupante
No Brasil, em 2008, o Ministério do Meio Ambiente em parceria com a Fundação Biodiversitas elaborou o "Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção", baseado nos critérios da IUCN.
Nesse livro constam que 627 espécies brasileiras estão ameaçadas de extinção sendo que 13% são anfíbios, 10% mamíferos, 17,8% borboletas, 19% plantas e 21% dos peixes do mundo se encontram aqui.
Com efeito, nota-se nos últimos anos, maior preocupação com os temas ambientais e, por isso, a legislação ambiental brasileira tem realizado alguns avanços, mas na prática ainda apresenta problemas de fiscalização.

Curiosidade

  • Outras espécies de animais ameaçados de extinção do Brasil ameaçadas de extinção: anta, ararinha-azul, falcão, flamingo, galito, jabuti, jacaré-de -papo-amarelo, jaguatirica, mico-leão-preto, mono-carvoeiro, mutum do nordeste, peixe-boi, pica-pau de cara amarela, preguiça-de-coleira, pirarucu, surucucu, tatu-bola, tatu-canastra, urubu-rei.

el ninõ e la ninã

                        o fenômeno el niño e la ninã

              

agora:No decorrer do mês de agosto, as condições oceânicas observadas no Oceano Pacífico Equatorial indicaram a manutenção de águas mais aquecidas que a normalidade na porção central e leste , próximo à costa do Equador e do Peru. As anomalias positivas da temperatura da superfície do mar (TSM) nessas regiões ficaram em torno de 1.5 ​​°C. Fazendo uma comparação entre as condições oceânicas observadas no decorrer do mês de julho com as condições observadas no decorrer do mês de agosto, foi verificado que o Oceano Pacífico Tropical, nas porções central e leste, evoluiu para um padrão um pouco menos aquecido do que o que vinha sendo observado. Porém, como mencionado anteriormente, estas regiões ainda apresentam anomalias positivas de TSM. Entre o final de agosto e início de setembro, notou-se que as áreas que apresentavam anomalias positivas de TSM na região do Pacífico Equatorial passaram a apresentar um padrão menos aquecido, em especial nas primeiras duas semana do mês de setembro, onde a anomalia de TSM ficou em torno de 1 °C. Nas camadas subsuperficiais, entre o inicio de agosto até meados do mês de setembro, notou-se a propagação para leste de águas anomalamente mais aquecidas, que afloraram na camada superficial do Oceano Pacífico central e leste. Com relação às condições do Oceano Atlântico, observou-se que durante o mês de agosto a temperatura da superfície do mar esteve dentro da normalidade em toda a faixa tropical. Porém, no Oceano Atlântico Sul, próximo a costa sul da América do Sul, ainda se observa anomalias positivas de TSM, onde foi registradas anomalias da ordem de 1 °C a até 3 °C. Em comparação com o mês de julho, foi observado que a região do Oceano Atlântico Tropical também apresentou um padrão de normalidade da TSM. Entre agosto e setembro o padrão de normalidade da TSM também se manteve. 


Os modelos de previsão climática indicam que o fenômeno El Niño, atualmente em curso no Pacifico Equatorial, deverá apresentar intensidade fraca durante a primavera de 2014.

Texto atualizado em 30/09/2014
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EL NIÑO
El Niño é um fenômeno atmosférico-oceânico caracterizado por um aquecimento anormal das águas superficiais no oceano Pacífico Tropical, e que pode afetar o clima regional e global, mudando os padrões de vento a nível mundial, e afetando assim, os regimes de chuva em regiões tropicais e de latitudes médias. +
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IMPACTOS NO BRASIL E NA AMÉRICA DO SUL
 
LA NIÑA
La Niña representa um fenômeno oceânico-atmosférico com características opostas ao EL Niño, e que caracteriza-se por um esfriamento anormal nas águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical. Alguns dos impactos de La Niña tendem a ser opostos aos de El Niño, mas nem sempre uma região afetada pelo El Niño apresenta impactos significativos no tempo e clima devido à La Niña. +
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IMPACTOS NO BRASIL

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

queijo gorgonzola

           
hoje nos vamos falar sobre queijo gorgonzola é bom ou ruim?
 apresenta alto teor de gordura e, além da coloração predominante branca de sua massa,apresenta veios de mofo que vão do cinza ao azul-esverdeado.
    
    como se faz:
Leite pasteurizado com teor de gordura na faixa de 3,9 a 4%.
Cloreto de Cálcio solução 40%: 40 ml para 100 litros de leite.
Coagulante Quimase líquido, na dosagem de 20 ml para cada 100 litros de leite.
Salga a seco.
Fermento lático mesofílico, na dosagem de 1,5% sobre o volume de leite ou fermento para uso direto na dosagem recomendada pelo fornecedor (fermento dvs aumentar a dose recomendada).
Penicillium roquefort diluído em água destilada e mantido sob refrigeração por 48 - 72 horas na dosagem recomendada pelo fornecedor deste fungo.
      

1º dia - preparo do leite e adição dos ingredientesO leite após sua seleção deverá ser pasteurizado em sistema rápido HTST 75ºC/ 15 a 16 segundos ou sistema lento 65ºC por 20 a 30 minutos seguidos de resfriamento para temperatura de 31 - 32ºC.

Deverá ser adicionado dos ingredientes na seguinte ordem: cloreto de cálcio, fermento lático, solução aquosa com o Penicillium roqueforti e por último o coagulante na dose especificada.

Coagulação e corte da coalhadaDecorridos 60 minutos da adição do coagulante, verifica-se a formação da coalhada (este período poderá se estender por até 90 minutos) e procede-se o corte com auxílio das liras vertical e horizontal, primeiro num único sentido utilizando a lira horizontal, seguida da lira vertical e se necessário um terceiro corte com a lira vertical no sentido oposto ao primeiro corte (sentido longitudinal). A acidez do soro no momento do corte deverá ser mínima de 14ºD (graus Dornic), que é um indicativo do desenvolvimento do fermento lático. A massa deverá permanecer em repouso por 5 minutos.

Mexedura e ponto da massaDecorridos este tempo, inicia-se a mexedura da massa por períodos de 5 minutos seguido de repouso no mesmo tempo (intermitentemente), perfazendo-se um total de 50 a 60 minutos para determinação do ponto. Determinado o ponto, deixa-se a massa em repouso (irá decantar, pois está mais pesada). A acidez Dornic neste momento deverá estar compreendida entre 16 a 18ºD.

Retirada do soro, fermentação da massa e salga a secoA massa deverá ser recolhida no canto oposto à saída do tanque de fabricação, escoando totalmente o soro. Forma-se um bloco único que deverá ser divido em blocos menores, virando-os freqüentemente para que a massa não esfrie em demasia. Esta operação deverá finalizar quando o soro atingir a faixa de 30 – 35ºD.

Os blocos são triturados e adicionados de sal refinado na dosagem de 500 gramas para cada 100 litros de leite. Enforma-se em formas apropriadas.

Como regular o tamanho dos queijosEncha uma forma por inteiro e outra pela metade, verta a forma cheia sobre a forma pela metade, no decorrer de 90 minutos (fazendo-se três viragens). Desta forma obtém-se um queijo no diâmetro da forma com altura maior (tamanho típico).

RepousoOs queijos deverão permanecer em temperatura ambiente até o dia seguinte, visando o arredondamento da fermentação lática (que desempenha papel fundamental na elaboração deste queijo).

2º dia – verificação da fermentação e início da salga a seco:
O pH da massa no dia seguinte a sua elaboração deverá estar entre 4,7 a 4,8. Inicia-se neste momento, por um período de 3 dias a salga a seco, esfregando-se sal sobre a crosta do queijo.

O sal desempenha um papel seletivo na maturação do Queijo Gorgonzola, estimulando o crescimento do Penicillium roqueforti e inibindo contaminações que são indesejáveis no processo. A quantidade de sal é adicionada de forma a uma regulagem de 3,20 a 3,60% de sal no queijo, após a maturação.

É comum um crescimento mais brando na região próxima a crosta do queijo, pela ação de um teor mais concentrado de sal nesta região.

Completado o último dia da salga, os queijos deverão ser destinados para uma câmara de maturação com temperatura regulada para 9 a 10ºC.

Condições ideais de maturação:
Temperatura da câmara de maturação: 9 a 10ºC
Umidade: 95%

5º a 6º dia – perfuração dos queijos:
Os queijos devem ser perfurados a partir deste período visando à estimulação do crescimento do Penicillium. Recomenda-se um número de 120 a 150 perfurações de cada lado do queijo (superior e inferior). O crescimento do mofo se dá de dentro para fora.

15 a 21º dia – crescimento do mofo:
O crescimento do mofo é verificado em 10 a 15 dias após perfuração e completado em 30 dias de maturação, nas condições ideais.

30º dia – raspagem e embalagem:
Trinta dias é o tempo médio de maturação (fase aeróbica do crescimento do mofo). Ao término desta fase os queijos são raspados suavemente e envoltos em papel alumínio. A embalagem irá controlar o crescimento do mofo e proteger a casca de desidratação excessiva, que poderá constituir um defeito.

45 a 50º dias – final da maturação e consumo:
A maturação é completada neste tempo. O queijo apresenta excelente paladar e não deve apresentar gosto amoniacal, sabor amargo ou sabor forte de mofo. A queijo deve apresentar ligeiramente quebradiço e untuoso.